A proposta orçamentária de 2015, enviada pelo governo ao Congresso no fim de agosto, foi elaborada com previsão de receitas extraordinárias ou atípicas de R$ 27,5 bilhões, maior do que a estimada para este ano. Os números indicam que, para fechar as contas, o governo pode ter programado no próximo ano um novo Refis para o pagamento parcelado de dívidas tributárias, com redução de juros e multas. Nos últimos anos, o governo se tornou dependente de receitas extraordinárias para equilibrar o orçamento. Também os Estados apelaram para parcelamento de débitos como forma de reforçar o caixa a fim de manter ou elevar os gastos. Esta pode ter sido uma alternativa ao aumento das alíquotas de impostos e contribuições ou à criação de novos tributos.

Por Ribamar Oliveira

Fonte: Valor Econômico

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